Resolver um puzzle normalmente é uma experiência compensadora, dando à pessoa que o faz regularmente uma nova maneira de pensar. Os puzzles distinguem-se dos jogos. Os jogos são uma selecção muito variada de actividades, cujo objectivo é o divertimento. E quanto aos jogos de apostas é só preciso fazer “bluff”, ou simplesmente ter sorte (mas sempre ter dinheiro), ou seja, não é preciso raciocínio nenhum. Por outro lado, um puzzle é feito intencionalmente para estimular a mente, por causa de todas as respostas possíveis. Alguns jogos clássicos como o xadrez e as damas, têm vários puzzles: como pensar na estratégia que vai ser usada ao longo do jogo, tentar pensar como o adversário. A melhor estratégia de todas é jogar com muita frequência.
Um puzzle que a maioria das pessoas gostam são as palavras-cruzadas e não podemos esquecer-nos do sudoku. Isto pode-se comprovar pelo facto de que todos os jornais têm sudoku e palavras-cruzadas, e no próximo jornal dá-se as respostas ao leitor e mais puzzles, por isso, de certa maneira os jornais ajudam as pessoas a praticar lógica.
Os seres humanos foram sempre fascinados por puzzles, acredita-se que é por sermos curiosos por natureza. Os puzzles orais são quase tão antigos como a língua humana.
Os puzzles podem ser divididas em três classes: advinhas e palavras-cruzadas; puzzles matemáticos e de lógica e puzzles físicos e mecânicos.
Advinhas, perguntas difíceis e por vezes confusas, apresentadas como problemas por resolver. As adivinhas eram tomadas muito a sério na antiguidade. De acordo com a tradição, alguns autores antigos acreditam que a morte de Homero foi causada por não poder resolver uma advinha apresentada por um pescador “O que apanhávamos, deitávamos fora, o que não apanhávamos, ficávamos com ele”. A resposta era “Pulgas”.
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