Os Puzzles matemáticos

6 02 2008

Resolver um puzzle normalmente é uma experiência compensadora, dando à pessoa que o faz regularmente uma nova maneira de pensar. Os puzzles distinguem-se dos jogos. Os jogos são uma selecção muito variada de actividades, cujo objectivo é o divertimento. E quanto aos jogos de apostas é só preciso fazer “bluff”, ou simplesmente ter sorte (mas  sempre ter dinheiro), ou seja, não é preciso raciocínio nenhum. Por outro lado, um puzzle é feito intencionalmente para estimular a mente, por causa de todas as respostas possíveis. Alguns jogos clássicos como o xadrez e as damas, têm vários puzzles: como pensar na estratégia que vai ser usada ao longo do jogo, tentar pensar como o adversário. A melhor estratégia de todas é jogar com muita frequência.

Um puzzle que a maioria das pessoas gostam são as palavras-cruzadas e não  podemos esquecer-nos do sudoku. Isto pode-se comprovar pelo facto de que todos os jornais têm sudoku e palavras-cruzadas, e no próximo jornal dá-se as respostas ao leitor e mais puzzles, por isso, de certa maneira os jornais ajudam as pessoas a praticar lógica.

Os seres humanos foram sempre fascinados por puzzles, acredita-se que é por sermos curiosos por natureza. Os puzzles orais são quase tão antigos como a língua humana.

Os puzzles podem ser divididas em três classes: advinhas e palavras-cruzadas; puzzles matemáticos e de lógica e puzzles físicos e mecânicos.

Advinhas, perguntas difíceis e por vezes confusas, apresentadas como problemas por resolver. As adivinhas eram tomadas muito a sério na antiguidade. De acordo com a tradição, alguns autores antigos acreditam que a morte de Homero foi causada por não poder resolver uma advinha apresentada por um pescador “O que apanhávamos, deitávamos fora, o que não apanhávamos, ficávamos com ele”. A resposta era “Pulgas”.





Crítica e análise a um capítulo

6 02 2008

Neste texto não vou falar da matemática… optei por fazer uma crítica e uma análise a um livro, já que só um colega da minha turma (pelo menos que eu saiba), o fez.  Eu gostei especialmente deste livro “Como sobreviver aos melhores anos da nossa vida?”, pela ligação que tem com a realidade e também porque nos ajuda a reflectir em algumas coisas, conseguindo arranjar respostas para algumas perguntas. Este livro fala da adolescência de A a Z, ou seja, das dúvidas, dos dramas, dos problemas, das alegrias, das preocupações, das curiosidades, dos desejos… de tudo o que se possa imaginar sobre a adolescência, de uma forma interessante e divertida, é como se se juntasse o útil ao agradável cativando assim o interesse pela leitura. Um capítulo que gostei especialmente foi “Professores”; é extremamente engraçado e fala dos diferentes tipos de professores, e foi isto que me incentivou a escrever este texto… e a pensar que tipos de professores são os meus.   O meu professor de Área de Projecto é uma mistura entre “Profundo”, porque é simpático, pouco disperso e ocupado com os seus pensamentos e “ Vigoroso”, porque temos de estar sempre a trabalhar e portarmo-nos correctamente na aula, é um defensor do “ trabalho é trabalho” e “recreio é recreio”. A professora de Geografia, é “Literário”, porque fica contente com a profundidade dos assuntos e gosta de frases bem feitas. O professor de Inglês é “Vigoroso”, “ a malta precisa é de trabalhar”. A professora de Matemática, é “Crédula”, pois acredita na nossa inocência, mas depois lá vem o castigo. A professora de Ciências é “Crédula” também. Para o professor de Educação Física escolhi “Desportivo”, pois o lema dele é “O desporto é a minha vida”. A professora de Formação Cívica, é uma mistura entre “Freudiana”, porque se começa a contar o tempo para sair da aula, mas acabamos por ficar ainda mais tempo e “ Vigorosa”. A professora de Francês é uma mistura entre “Não muito nova, mas interessada em ser uma das da malta”, porque está disposta falar do que lhe vai na alma e “Politizada”, por causa de estar sempre interessada em falar no mundo e nas injustiças que nos rodeiam. A professora de Português é algo diferente, talvez “Artística” porque é muito criativa e animada, mas tembém gostaria de dizer, “microondas, cozinheira e engraçada”. A professora de Estudo Acompanhado é “Freudiana”. A professora de História é “Freudiana”, “Vigorosa” e “Literária”. A de Físico-Química é “Profunda” e “Freudiana”. A professora de Educação Visual é uma mistura entre “Artística” e “Crédula”, sempre interessada no nosso potencial criativo. A professora de Música é “Literária”. Infelizmente não tive hipótese de avaliar o professor de Educação Tecnológica, porque ainda não tive essa disciplina. Com tudo o que têm de bom e de mau, são os meus professores e gosto de trabalhar com eles.

  Aconselho este livro, vivamente, a alguém que  tenha especial interesse pela leitura e que goste um pouco de comédia na escrita, como é o meu caso.





Entrevista ao Pi

6 02 2008

7ºI – Nesta entrevista não vou falar de uma personagem imaginária, pensando bem é real, é o Pi. Mas o que será, uma alcunha, um diminutivo ou outra coisa qualquer? Vou fazer uma entrevista a este “senhor”para desvendar este mistério e muitos mais…

7ºI – Bom dia “senhor” Pi, como é que apareceu?

Pi – Bom dia, eu nasci há muitos anos, por volta de 1800 a.C., na Babilónia. As pessoas tentaram sempre descobrir o meu valor que ao longo dos séculos se alterou; primeiro pensaram em 3, no antigo Egipto, em que descobriram que a divisão do comprimento de uma circunferência pelo seu diâmetro era sempre a mesma, dependendo de qualquer circunferência (isto em 1700 a.C.); depois disseram que era mais que três (mas não sabiam o valor); … até aos nossos dias que finalmente descobriram que era aproximadamente 3,14.

7ºI – Com tantos valores nunca se sentiu confuso?

Pi – Confesso que por alguns momentos… sim! E já não via a hora de se decidirem! Nalgumas alturas até duvidei de mim próprio, mas acho que no fundo sempre soube o meu valor.

7ºI – O senhor já viveu muitos anos. Dos métodos que existem para o seu cálculo qual é que é o que o senhor gosta mais?

Pi – Boa pergunta, na realidade nunca pensei muito nisso. Eu gosto de todos, há uns que são mais interessantes do que outros, mas não tenho grande preferência, tal vez o de Arquimedes, porque foi o primeiro que fez esforços para me descobrir e a partir desse surgiram mais, admiro as pessoas assim.

7ºI – Qual é a sua importância na matemática?

Pi – Eu sou importante em várias situações, por exemplo, no cálculo do perímetro de uma circunferência, na área de uma circunferência e no volume de uma esfera.

7ºI – Agora uma pergunta que estava desejosa de fazer, ou melhor, duas esta e a próxima, afinal o que é?

Pi – Já esperava que fizesses esta pergunta. Não sou nem uma alcunha nem um diminutivo… Sou um valor irracional ao qual as pessoas adoptaram o nome de Pi e este símbolo π, eu estou vivo há séculos e séculos nas intrigas destas.

7ºI – Como se sente por ter tanto sucesso?

Pi – Bem. Mas por vezes desejava não ter existido nem existir, por estar constantemente a ser estudado, às vezes sinto-me uma autêntica cobaia das crianças da escola, que me utilizam em problemas e que quando não conseguem responder riscam-me com lápis afiados sem piedade; também, e principalmente, por ter de dar autógrafos a toda a hora. (risos)

7ºI – Muito obrigado pela sua participação.





Matemática – O Bicho de Sete Cabeças

6 02 2008

Matemática -”O Bicho de Sete Cabeças”- é assim que muitas pessoas pensam e fazem parecer a matemática.

Muitos alunos da minha idade (e não só) fazem desta disciplina um verdadeiro pesadelo, mas se pensarmos bem concluímos que a matemática é essencial para o nosso dia-a-dia e que as razões que temos para acreditar nisto não são as suficientes para não gostarmos desta disciplina.

Muitas vezes, durante a escola primária, achamos que esta até não é difícil, mas depois com o passar dos anos a disciplina complica-se e as notas baixam e as pessoas começam a desinteressar-se e a achar a matemática aborrecida. Depois quando crescemos, vemos que a matemática é usada várias vezes ao dia: para pagar contas, no emprego, entre outros. Nessa altura, se não nos aplicámos quando éramos pequenos, temos dificuldades e reflectimos até chegarmos à conclusão de que mesmo que não gostemos da matemática ela tem de se saber bem pois é essencial para o resto da nossa vida.

E assim aprendemos a fazer um esforço para gostar e aprender a disciplina.