Entrevista ao Pi

6 02 2008

7ºI – Nesta entrevista não vou falar de uma personagem imaginária, pensando bem é real, é o Pi. Mas o que será, uma alcunha, um diminutivo ou outra coisa qualquer? Vou fazer uma entrevista a este “senhor”para desvendar este mistério e muitos mais…

7ºI – Bom dia “senhor” Pi, como é que apareceu?

Pi – Bom dia, eu nasci há muitos anos, por volta de 1800 a.C., na Babilónia. As pessoas tentaram sempre descobrir o meu valor que ao longo dos séculos se alterou; primeiro pensaram em 3, no antigo Egipto, em que descobriram que a divisão do comprimento de uma circunferência pelo seu diâmetro era sempre a mesma, dependendo de qualquer circunferência (isto em 1700 a.C.); depois disseram que era mais que três (mas não sabiam o valor); … até aos nossos dias que finalmente descobriram que era aproximadamente 3,14.

7ºI – Com tantos valores nunca se sentiu confuso?

Pi – Confesso que por alguns momentos… sim! E já não via a hora de se decidirem! Nalgumas alturas até duvidei de mim próprio, mas acho que no fundo sempre soube o meu valor.

7ºI – O senhor já viveu muitos anos. Dos métodos que existem para o seu cálculo qual é que é o que o senhor gosta mais?

Pi – Boa pergunta, na realidade nunca pensei muito nisso. Eu gosto de todos, há uns que são mais interessantes do que outros, mas não tenho grande preferência, tal vez o de Arquimedes, porque foi o primeiro que fez esforços para me descobrir e a partir desse surgiram mais, admiro as pessoas assim.

7ºI – Qual é a sua importância na matemática?

Pi – Eu sou importante em várias situações, por exemplo, no cálculo do perímetro de uma circunferência, na área de uma circunferência e no volume de uma esfera.

7ºI – Agora uma pergunta que estava desejosa de fazer, ou melhor, duas esta e a próxima, afinal o que é?

Pi – Já esperava que fizesses esta pergunta. Não sou nem uma alcunha nem um diminutivo… Sou um valor irracional ao qual as pessoas adoptaram o nome de Pi e este símbolo π, eu estou vivo há séculos e séculos nas intrigas destas.

7ºI – Como se sente por ter tanto sucesso?

Pi – Bem. Mas por vezes desejava não ter existido nem existir, por estar constantemente a ser estudado, às vezes sinto-me uma autêntica cobaia das crianças da escola, que me utilizam em problemas e que quando não conseguem responder riscam-me com lápis afiados sem piedade; também, e principalmente, por ter de dar autógrafos a toda a hora. (risos)

7ºI – Muito obrigado pela sua participação.


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One response

10 02 2008
JO

O “senhor” PI parece ser uma pessoa.. um sinal.. um valor de algarismo interessante… ah! O texto tambem estava bom.

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