Moby Dick ou A Baleia

18 03 2008

“(…) tudo quanto agita o fundo opaco das coisas; tudo quanto destrói os nervos e corrói o cérebro, (…) toda a maldade para o louco Ahab era visivelmente personificada em Moby Dick.”

                                                                      In Moby Dick, Herman Melville  

Há pouco tempo terminei a leitura de Moby Dick, uma obra fantástica e emocionante. Com a leitura desta obra conclui que os sentimentos de vingança e ódio só servem para o ser humano se auto-destruir. Elaborei um resumo da obra que gostaria de partilhar convosco… A acção desta história passa-se na América do Norte, no século XIX. O narrador é participante, assumindo o papel de personagem principal: Ismael. Ismael é um rapaz melancólico mas atraído e fascinado pelo mar, já tendo feito viagens pela marinha mercante. Curioso com a actividade da caça à baleia, resolve partir para Nantucket, fazendo escala em New Bedford. Fica alojado numa estalagem onde conhece Queequeg, um arpoador pagão. Após uma semana, partem juntos para Nantucket onde escolhem um navio apropriado para a sua expedição de caça à baleia: o Pequod. Tentaram conhecer o capitão, mas em vão, porque lhes disseram que este estava doente. Só passado um mês a bordo do Pequod (quando entraram em águas quentes) é que o capitão saiu do seu camarote. Chamava-se Ahab. A sua cara era sulcada de rugas, sem expressão. Era um homem aterrador, mas o aspecto mais assustador era a sua perna esquerda de marfim. Tinha-lhe sido arrancada numa das suas viagens, por Moby Dick, um cachalote branco. Tudo o que Ahab queria era destruir a Baleia Branca para se vingar da amputação que sofrera. Ao fim de vários meses avistaram finalmente uma mancha branca no horizonte, cravada de arpões e marcada de cicatrizes. Era Moby Dick. Lançaram-se na sua perseguição que durou três dias e lhes custou seis homens e duas baleeiras. No terceiro dia a batalha foi feroz. As baleeiras foram arriadas e, nesse momento de distracção, a baleia atacou. O navio, vulnerável, ficou completamente destruído, mas o capitão Ahab continuou a lutar, cego pela vingança. O arpão que matou a baleia foi o arpão que matou Ahab, pois este ficou com o pescoço preso na corda do arpão, sendo arrastado com ela. Ismael foi o único sobrevivente, flutuando num caixão-bóia de salvação. No segundo dia apareceu um barco, que o recolheu. 

Recomendo a leitura desta obra a todos vós…


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40 responses

5 01 2009
FSP

muita fixe .

4 11 2010
João

Ai Gente eu tenhu um resumo por capitulos de todo o livro quem quiser ele ta aki mas se n aparecer me manda um email que eu repasso pra vcs!
MOBY DICK – A Baleia Branca
1. Em busca da Aventura
1.1 O Fascínio do Mar
Este capítulo inicia falando sobre Ismael, um marinheiro mercante que decide voltar a navegar á bordo de um baleeiro, quando se vê sem dinheiro e sem rumo. Era hora dele conhecer mares longínquos e bravios, sem falar da baleia, monstro pré-histórico que prometia aventuras constantes e encontros perigosos.
1.2 New Bedford
Um lugar bizarro, onde era possível encontrar desde canibais, velhos marinheiros e até camponeses. Mas este lugar também era espaço de riqueza, com mansões, jardins floridos e parques suntuosos, todos graças a caça de baleias.
Foi nessa cidade, maior porto baleeiro que Ismael chegou para fazer a travessia até Nantucket, local onde Ismael esperava encontrar o navio que o levaria para cruzar os mares. Mas, o pequeno navio que fazia a ligação entre as duas cidades já havia partido e só retornaria em dois dias, obrigando Ismael a pernoitar por lá mesmo, na Estalagem da Baleia, de Petter Coffin.
1.3 Na Estalagem da Baleia
Chegando na estalagem, a notícia de que todos os quartos estavam ocupado, obrigando Ismael a ter que dividir a cama com um arpoador. A situação não pareceu muito agradável, houve até a tentativa de dormir num banco da estalagem, mas não foi possível: o vento frio e a madeira dura foram implacáveis. Após instantes de hesitação, Ismael resolveu voltar para o quarto.
1.4 Queequeg
Ismael já estava deitado, debaixo das cobertas quando viu um vulto entrar no quarto. Era moreno, com tatuagens mais escuras que a pele e cobriam todo o corpo. O pavor tomou conta de Ismael que começou a berrar pelo estalajadeiro, que veio ao encontro contornar a situação. De fato, o companheiro de quarto Queequeg era um canibal. Depois do susto, uma maravilhosa noite de sono.
No café, Queequeg manteve-se calado, rejeitando a bebida quente e o pão fresco, contentando-se com grandes e sangrentos bifes trazidos com o arpão. Depois de comer, dirigiu-se a sala comum e fumou um grande cachimbo. Ismael decidiu passear pela cidade.
1.5 Um Amigo
Anoitece e Ismael retorna a estalagem, onde observa Queequeg com seu pequeno ídolo de barro. Colocou a mão sobre seu ombro para chamar sua atenção e tentar estabelecer algum diálogo, mas Queequeg não demonstrou interesse, até que Ismael se lembra de agradecer a gentileza e hospitalidade da noite passada. Agora sim despertando o sorriso do companheiro de quarto.
Os dois resolvem então se recolher mais cedo ao quarto. Queequeg decide presentear Ismael com uma das cabeças mumificadas que ele trouxe da Nova Zelândia, além de dividir todas as suas moedas com o novo amigo que conquistara. Na cultura de Queequeg, amigos repartiam o que tinham. Ismael então decide acompanhar Queequeg nas orações s seu ídolo. Em seguida, na falta de sono os amigos conversam sobre a vida de Queequeg.
1.6 A história de Queequeg
Queequeg nasceu em Rokovoko, uma pequena ilha do sudoeste que não está assinalada em nenhum mapa. Era filho e neto de reis. Quando criança, pensava e divertir-se livremente pelas praias e florestas de sua terra natal. Na juventude passou a ter contato com o homem branco e se viu encantado com suas histórias e decidiu conhecer mais profundamente esse povo que lhe parecia tão melhor e conhecedor de muitos segredos da ciência para um dia poder melhorar a vida de seu povo. Clandestinamente embarcou num navio baleeiro e logo percebeu que muito pouco tinha a aprender com essas pessoas. Queequeg passou a fazer dos barcos baleeiros sua moradia provisória pois pretendia um dia voltar para sua terra e assumir o cargo de rei.
Ismael e Queequeg combinam de embarcar juntos em Nantucket
1.7 Nantucket
Ismael utilizou o dinheiro ganho de Queequeg para pagar a hospedaria e partiu juntamente com seu amigo na manhã de segunda-feira em direção a Nantucket. Chegaram na cidade ao anoitecer indo a procura da hospedaria Try Pots, que pertencia a um primo do senhor Coffin e era famosa pelas suas caldeiradas de peixes.
1.8 O Pequod
Queequeg deposita em Ismael a responsabilidade de escolher o navio no qual os dois embarcarão como sendo um pedido dos seus Deuses. Ismael sai a procura e decide por Pequod, um baleeiro de casco escuro, temperado pelo mar, pelo sol e por muitas lutas.
Perto do mastro, Ismael encontra com os capitães Peleg e Bildad, os donos do Pequod, que tentavam com todos os argumentos o atemorizar. Os dois já não se faziam ao mar como nos velhos tempos, entregando o comando do navio ao comandante Ahab, que inclusive perdera uma perna na boca de uma baleia. Os marinheiros de navios baleeiros não recebiam salários, mas comissões variáveis sobre o lucro da viagem. Após ser alistado, Ismael consegue também autorização para seu amigo Queequeg .
Já em terra firme, Ismael se dá conta que não conhecera o comandante com quem passará os próximos três anos, ficando com uma sensação por demais estranha, uma certa simpatia, misturada ao medo e a tristeza.
1.9 A marca de Queequeg
Logo na chegada de Ismael e Queequeg ao navio, Peleg já aos gritos dizia não aceitar canibais em seu navio. Ismael então se obrigou a mudar a história de Queequeg dizendo se tratar de um convertido, fazendo com que Peleg os aceitasse no navio. Colocado a prova quanto sua habilidade com o arpão, Queequeg fez uma demonstração provocando entusiasmo em Bildad que e rapidamente exigiu que seu sócio providenciasse as papeladas e lhe garantisse a melhor porcentagem já paga a um arpoador de Nantucket.
1.10 O embarque
Ainda antes do embarque, Ismael e Queequeg conheceram Elias, um maltrapilho com o rosto cortado de sulcos profundos, herança de uma varíola. Seus olhos tinham um brilho anormal que os espantava. Enquanto que o navio não partia, os dois decidiram permanecer na estalagem, porém visitavam o navio todos os dias, porém, sem nunca encontrar com o capitão Ahab.
No dia anterior a partida do navio, Ismael e Queequeg embarcaram. Novamente encontram com Elias que continuava a intrigá-los com suas profecias. À medida que o sol surgia, os demais tripulantes chegavam em pequenos grupos. Entre eles Starbuck, mas o capitão Ahab, continuava invisível no interior do seu convés.
1.11 Natal no Atlântico
A âncora foi levantada, velas içadas, amarras soltas. O Pequod deslizava sobre as águas buscando a saída para o mar. Os capitães Bildad e Peleg conduziram o navio até águas mais profundas, reunindo toda a tripulação no convés para despedida, desejando boa viagem e boa pescaria. Em seguida, entregaram o comando do Pequod a Starbuck e regressaram ao porto em outra embarcação. O capitão Ahab continuava em sua cabine. Fazia muito frio. Era Natal. E o navio rumou solitário no Atlântico.

2. O Mundo do Pequod
2.1 Profissionais do Mar
Os baleeiros são injustiçados pelas pessoas que não os conhecem, então elas acham que eles são aventureiros poéticos indolentes ou até mesmo simples açougueiros marítimos.Carneadores eles são mas a caça da baleia não tem nada de indolente ou poético.Todos devem muitas conquistas a esses homens eles foram os pioneiros em descobrir novas rotas e novas terras.
No Pequod alem de capitão Ahab também existiam outros subcomandantes um imediato que também é chamado de primeiro oficial, o segundo oficial e o terceiro oficial eles eram lideres das baleeiras quando íamos à caça.
Starbuck era o imediato do Pequod o segundo oficial era Stubb e o terceiro oficial era Flask. Cada um desses três homens era responsável por uma baleeira eles não apenas responsáveis por pilotar em uma perseguição, mas também eram responsáveis por matar-las com uma afiada lança.Cada um tinha seus arpoadores exclusivos.Starbuck escolheu Queequeg, Stubb com Tashtego e Flask foi com Daggoo.Todos eram originários de todos os lugares do mundo.
2.2 O Capitão Ahab
Nas primeiras semanas enfrentaram muito frio e a. medida que chegavam perto dos trópicos a temperatura ficava mais amena.
Eles já estavam viajando fazia tempo e nada do capitão Ahab sair daquela cabine, os oficiais revezavam-se como sendo os únicos responsáveis pelo Pequod, de vez em quando saiam da cabine do capitão Ahab com umas ordens super fora do comum.
Numa dessas manhas Ismael teve um arrepio e então ele subiu para coberta e estava lá o capitão Ahab na ponte de comando parecendo uma estatua de puro bronze, Ismael se espantou com a firmeza que ele tinha lê só tinha uma perna e a outra era feita com um pedaço da queixada de um cachalote e a perna era feita de marfim, mas ele estava assim firme por que havia um buraco especialmente feito para ele conseguir botar a perna dentro. Ismael descobriu vários buracos iguais por toda a coberta do navio. E todas as manhas surgiam mais claras e mais quentes Pequod estava perto dos trópicos.
2.3 Baleias
É necessário aprender um pouco sobre as baleias já que são personagens importantes da história. Simplificando a definição uma baleia é todo o peixe que solta um jato de água e tem cauda transversal ela é um mamífero de sangue quente e tem pulmões bem o contrario dos peixes.
A maioria delas é preta e elas estão sempre mudando de mares sempre juntas quem conhece seus movimentos sabe sempre onde encontrá-las. A melhor baleia para caçar é o cachalote pois ela é a única baleia que se pode extrair o espermacete e o óleo de baleia, mas ela também é a baleia mais perigosa pois ela tem dentes e quando é atacada ou ferida ela revida os ataques.
2.4 As intenções de Ahab
Numa tarde o capitão Ahab fez uma proposta ele mandou todos se reunirem no convés do navio e pegou um dobrão de ouro na mão e disse que quem visse Moby Dick primeiro e viesse falar com ele ganharia aquele dobrão claro que todos ficaram entusiasmados por que um dobrão de puro ouro vale muito mais que vários dólares.
Starbuck tentou fazer o capitão Ahab se conscientizar e não matar a baleia por que ela era um ser irracional e ela arrancou a perna do capitão em legitima defesa. Mas o capitão usou isso como um pretexto para matar a baleia. O capitão Ahab fez todos os marinheiros jurarem que matariam Moby Dick de qualquer jeito.
2.5 Moby Dick
Ismael juntou sua voz junto com a dos outros marinheiros para caçar Moby Dick era como se a raiva do capitão tivesse tomado o corpo de Ismael. Muitos pescadores enfrentaram as baleias da Groenlândia não ousariam combater um cachalote e o Moby Dick menos ainda pois todos os baleeiros achavam que ele tinha poderes sobrenaturais.
Quando capitão Ahab enfrentou Moby Dick perdeu sua tripulação e ficou com raiva de Moby Dick pois foi ele que os matou vendo eles afundarem ele ficou com uma raiva imensa e pulou em cima da baleia e atacou-a com uma grande faca mas a baleia pulou em sua trajetória e sua queixada decepou a perna do capitão Ahab.
2.6 Os caminhos do Pequod
Numa noite os marinheiros aproveitaram para passar a agua doce de um reservatório para outro enquanto os outros dormiam. Um homem que dormia ouviu um barulho de tosse vindo do porão de carga todos estranharam por que só os oficiais e o capitão tinham a chave desse local.
Bom todos os cachalotes viajam em cardumes e tem épocas que eles vão para um lugar e tem épocas que eles vão para outro para encontrar alimento. Os experientes sabem sempre onde eles estão Ahab então conhecia tudo muito bem mas ele sempre se mirava em um lugar na Estação da Linha lá ele tinha um encontro marcado com Moby Dick.

3. Na Trilha das Baleias
3.1 A Primeira Caçada
Era uma tarde silenciosa e calma até que o grito de Tashtego quebrou o silêncio gritando cachalote então ele foi substituído por outro homem para cuidar do Pequod, um dos homens deu um grande grito de espanto mas todos olharam para onde ele estava olhando, estava lá Ahab e uma equipe de marinheiros fantasmas. Um dos integrantes do grupo fantasma mandou todos irem ao ataque. Todos estavam indo mas não demorou muito para que a baleeira de Ahab ultrapassasse todas as outras. Quando aproximaram-se dos cachalotes o capitão mandou todos se separarem para cobrirem uma área maior. Quando viram que estavam perto os cachalotes ligeiramente mergulharam na água, logo olharam para baixo da água e o cachalote estava vindo por baixo, tiveram que fazer uma manobra evasiva. Uma chuva estava prestes a vir, e Starbuck todos tentar matar antes que viesse a chuva. Starbuck gritou para Queequeg atirar o arpão, Queequeg acertou de raspão, e as ondas elevavam-se acima do mar, o nevoeiro tornou-se denso e Starbuck pegou um fósforo e acendeu a lanterna que foi passada para Queequeg que pendurou na ponta de um remo, na madrugada estavam todos com sono até que Queequeg ouviu um pequeno rangido, era o Pequod rasgando o nevoeiro, sem poder fazer uma manobra evasiva tiveram que pular da baleeira. Então foram finalmente resgatados.
3.2 O jato Fantasma
Nos navios baleeiros os acontecimentos fantásticos depois de um tempo viravam coisas normais os tripulantes fantasmas se misturaram com os marinheiros mas teve um fantasma Fedallah não se relacionou com ninguém.
Os donos do Pequod não permitiam intrusos no navio mas gostariam de ver as mudanças que Ahab fez em sua baleeira que antes era apenas um barco reserva. Eles foram para vários lugares como o largo de Açores, Cabo Verde, bacia da Prata e proximidades de Carol , ao sul de Santa Helena. Foi neste ultimo lugar onde Fedallah os alertou que havia um Cachalote a frente. Então todos ficaram prontos para arriar as baleeiras. Mas a baleia estava muito longe e em todas as noites eles viam o jato dela. Logo ligaram aquele jato a Moby Dick.
3.3 Encontros no Mar
Os navios baleeiros americanos quando saem para caçar baleias ficam mais ou menos três anos no mar e também ficam muito longe do porto de onde saíram. Eles raramente param em algum lugar para reabastecer, pois quando saiam da cidade estão com os porões do navio sempre cheios de agua cristalina e alimentos em abundancia.
Já que ficam tanto tempo sem ver alguém diferente ao ver outro navio fazem uma verdadeira festa. O primeiro navio encontrado foi o Albatroz, os navios se cruzaram e Ahab não perdeu a oportunidade de perguntar sobre Moby Dick, o capitão do outro navio ia responder, mas veio uma onda que balançou o navio e o capitão do Albatroz deixou seu megafone cair e então eles deixaram Ahab sem respostas.
O segundo que vimos foi Town-Ho, neste lugar a zona do Cabo é um local obrigatório para qualquer navio que veio de Nantucket por isso encontra-se navios assim tão facilmente. Voltando ao Town-Ho Ahab perguntou sobre Moby Dick e eles disseram que haviam visto-a acima da estação da linha e que ela havia de ter comido um de seus oficiais.
3.4 Presságios nos campos de Brit
O Pequod velejava em rumo a ao nordeste das Crozet um grande campo de Brit, uma espécie de pastagem principal alimento da baleia da Groenlândia. Enquanto viajamos pelo Brit encontramos baleias já que queríamos mesmo era matar cachalotes deixamos para lá, então seguimos para Java. Em uma manhã todos ouviram Daggoo gritar de cima do mastro que tinha avistado uma baleia branca.
Os marinheiros viram que ela não havia soltado seu jato de água. Ahab logo arriou as baleeiras e foi ao ataque. As quatro embarcações foram direto ao encontro de Moby Dick. Quando chegaram lá ela emergiu e quando reapareceu, uma imagem espantosa não era nem uma baleia era uma substancia gelatinosa da cor creme que espalhava tentáculos por todo o lado Flask ouviu Starbuck silenciosamente falar que preferia lutar contra Moby Dick do que ver aquele fantasma branco então Flask aproveitou a oportunidade e pediu o que era aquilo e ele respondeu tratar-se do grande Squid vivo. Sinal de mau agouro, dizem que quem o vê nuca mais regressa ao porto.
3.5 O primeiro cachalote morto
Queequeg atribuiu um ao squid outra coisa ele disse que os cachalotes se alimentam de pedaços arrancados do monstro gelatinoso. Ismael tinha sido mandado para ser vigia no mastro logo após o aparecimento do squid então ele pegou no sono e logo reacordou e viu um cachalote brincado no mar. Ahab gritou que arriassem as baleeiras. Todos foram silenciosamente atrás do cachalote, mas em um momento ele mergulhou e saiu da agua bem perto da baleeira de Stubb então o cachalote percebeu que estava sendo perseguido e mudou seu comportamento. Então Stubb gritou para Tashtego ficar de pé e atirar o arpão, o que ele fez acertando o cachalote. Em seguida puchou a baleeira exigindo que os homens se segurassem bem. O cachalote foi se cansando, os marinheiros remavam contra o animal que havia parado de nadar, Stubb cravou no bicho uma lança afiada, mexendo e remexendo a lança para perfurar o coração da fera até que saiu um grosso jorro de sangue que tingiu o mar de vermelho.
3.6 Açougue marítimo
Quando a baleia tentou fugir ficou a uma enorme distancia do Pequod, antes de morrer, e também não tinha nenhum vento que podesse trazer o Pequod até os marinheiros então eles tiveram que levar a baleia remando, era noite e eles ainda não tinham chegado ao Pequod. Quando eles chegaram amararam a baleia no navio e foram para suas camas. No dia seguinte os tubarões foram atraídos pelo cheiro de sangue e os marinheiros ficavam andando nos andaimes e matando os tubarões com os arpões. Os marinheiros mergulhavam os pés na água, Queequeg algumas vezes chutava os focinhos dos tubarões que chegavam perto. Todos trabalharam muito tirando a gordura e as peles até que sobrou apenas a carne vermelha o corpo e a cabeça foram separados o corpo foi jogado fora e com cabeça eles ficaram.
3.7 Superstição de Fedallah
Toda a tripulação estava ocupada com o esquartejamento da baleia e na transformação de sua gordura em óleo. E enquanto isso o Pequod ficava a deriva então ele entrou em outro campo de brit tudo indicava que avistaríamos baleias da Groenlândia logo, o capitão Ahab nos mandou matá-las, mas ninguém tinha uma explicação por que se já tínhamos um cachalote no barco. Uma delas foi morta e trazida ao navio, mas o corpo foi atirado na água e a cabeça ficou no barco. Stubb perguntou por que jogar o corpo no rio então Flask respondeu ter ouvido de Fedallah que o navio que leva uma cabeça de cachalote a estibordo e a de uma baleia a bombordo não pode afundar.
3.8 Queequeg salva Tashtego
O cachalote é a única baleia que tem o espermacete e ele vale muito no mercado, Tashtego estava em cima da cabeça da baleia retirando o espermacete quando uma das cordas que segurava a cabeça arrebentou Tashtego caiu dentro do buraco feito na cabeça, e o cabo que ainda estava firme também arrebentou por causa do peso excessivo e Tashtego foi levado pela cabeça para dentro da água um dos marujos tentou jogar uma corda mas não funcionou quando olharam para o lado estava Queequeg saltando na água com um sabre na boca pronto para salvar Tashtego. Quando Queequeg estava dentro da água abriu mais o buraco na cabeça da baleia e retirou Tashtego puxando-o pelos cabelos.
3.9 Cardume de Cachalotes
Já que o cachalote é tão perseguido eles mudaram seus costumes eles resolveram andar em cardumes você poderia não ver nenhum por muito tempo para depois encontrar vários a sua frente. Há muito tempo os marinheiros não viam nenhum cachalote e de repente encontraram dezenas deles a sua frente. Mas também foi bem na hora que vimos que estávamos sendo perseguidos por selvagens em seus pequenos mais muitos barcos, Os marinheiros não deixaram escapar nenhuma rajada de vento e fugiram rapidamente dos selvagens. Mas eles perderam os cachalotes e só os encontraram no dia seguinte. Não é todo dia que se encontra um cardume de cachalotes então quando se acha um tem que tentar matar todos, mas já que não da pra matar todos de uma vez os americanos inventaram a droga. Um equipamento para fazer as baleias ficarem mais lentas fracas.
Todas as quatro baleeiras foram arriadas e estavam cheias de arpões, cordas e drogas. Logo quando chegaram ao cardume drogaram o maximo de baleias possíveis a primeira e a segunda droga foram bem lançadas, mas a terceira ficou presa debaixo do banco da baleeira, mas acertou a baleia que nos levou bem no meio do cardume. Não usaram arpões para abrir caminho com medo de enraivecer as feras. Elas foram embora, pois estavam mais preocupadas em se mover rapidamente do que os matar, eles não foram atrás do cardume e sim atrás das baleias drogadas.
3.10 Noticias de Moby Dick
A tripulação estava ocupada em lotar os porões do Pequod de óleo de baleia, parecia totalmente esquecida sobre a existência de Moby Dick, mas a mesma coisa não acontecia com o capitão Ahab, ao ver o primeiro navio com bandeira inglesa perguntou se haviam visto a baleia branca. O homem do outro navio apenas balançou um braço de osso de cachalote no ar, Ahab não esperou muito pegou sua baleeira e foi ao outro navio sem pedir se podia. Quando chegou pediu onde ele havia visto a baleia, e o homem respondeu calmamente as perguntas, apontou o braço para leste dizendo que viu a lá, na estação da linha e falou também que foi ela que decepou seu braço, em uma briga com outro cachalote. Ela apareceu era branca e tinha arpões na nadadeira. Ahab respondeu que havia sido ele o responsável pelos arpões. O homem continuou dizendo também que ela havia se jogado contra corda que prendia o cachalote, e parecia possuída por mil demônios, então ele atirou um arpão nela que, com raiva quebrou o barco dele e o jogou ao mar. Para se salvar dos dentes de Moby Dick ele se agarrou no arpão que havia cravado momentos antes, Moby Dick ficou se mexendo e remexendo até que o homem se soltou e foi parar em cima do lombo da fera onde estava um arpão, a farpa deste arpão cortou todo seu braço então o medico de bordo foi obrigado a cortá-lo fora. Ahab disse que o vingaria.
3.11 O esquife de Queequeg
Queequeg ficou doente ele estava com febre que o deixou a beira da morte ele aceitou que ia morrer facilmente ele estava tão fraco que parecia que sua pele iria romper mas seus olhos estavam brilhando mas ele não queria ser apenas colocado dentro de um pano e ser jogado na água ele queria um tipo de ritual, ele pediu para ser colocado num pequeno barco que tivesse alimento e que colocassem seu ídolo Yojo junto com ele. Quando estavam prontos para jogar Queequeg ao mar ele desistiu de morrer pediu para lhe devolverem para a rede. Ele lembrou que ainda tinha algumas obrigações a fazer. Sem tomar nenhum remédio ele sarou e todos perguntaram a ele se ele podia escolher quando morrer ele respondeu que se você não quer morrer você não morre se for em caso de doença a não ser uma baleia, uma tempestade, ou um flagelo dos deuses…
3.12 O arpão de Ahab
O capitão Ahab levou uma sacola de couro ao ferreiro de bordo Perth, falou para ele fazer o melhor arpão que ele já havia feito na vida com o ótimo ferro que havia trago dentro de sua sacola, então Perth fez o cabo e daí apenas faltou a ponta e a farpa, Ahab lhe deu as suas laminas de barbear e mandou fazer a ponta e a farpa com elas. Quando pronto Perth iria mergulhar a fora na água mas Ahab mandou ele parar ele não quis água e sim sangue, chamou Queequeg, Tashtego e Daggoo pediu se eles podiam lhe dar um pouco de seu sangue e eles aceitaram, Ahab cortou o braço de cada um deles e retirou pouco do sangue e mergulhou dentro o arpão feito para matar Moby Dick.
3.13 O Pacífico
A sorte não é igual para todos as vezes pode ser ótima as vezes não, anteriormente os marinheiros encontraram dois navios que não tinham nada de sorte, eles não tinham nenhum óleo de baleia, não conseguiam nem acender os lampiões do navio, mas também cruzaram com um que não tinha espaço para todo o óleo de baleia que conseguiram, tem um ditado que diz: Quem cruza com os favoritos da fortuna arrisca-se a pagar um pouco desta aragem, e é verdade por que depois de alguns dias os marinheiros encontraram m cardume de cachalotes e mataram quatro deles. Os marinheiros foram para o pacifico local que Ismael sonhava em conhecer.
3.14 Profecias
Ao entardecer de um mesmo dia os marinheiros mataram as quatro baleias três poderão ser rebocadas uma delas estava longe do Pequod, esta baleia foi cuidada pela baleeira de Ahab. Ahab e seus companheiros estavam cansados e dormiram então Ahab teve um sonho de morte com carruagens fúnebres. E Fedallah falou que não teria doença que o matasse nem carruagens fúnebres falou também que seria morto enforcado, Ahab zombou de Fedallah dizendo que nuca morreria por que ninguém nunca iria enforcar-lo, o alto riso que Ahab deu acordou a tripulação e eles levaram a baleia ao Pequod antes do meio-dia.
3.15 Uma bóia fúnebre
Os marinheiros sofreram uma forte tempestade que avariou boa parte do navio sem que ninguém se ferisse, mas o barco levou dias para ser reconstruído tendo que trocar o mastro principal, o estranho foi que o primeiro marinheiro que morreu, morreu num dia bonito e calmo ele foi mandado para ser vigia, e lá de cima ele caiu dentro da água, os outros tentaram jogar um tipo de bóia para ele mas ninguém saiu de dentro da água para se agarrar na bóia. Bom os marinheiros ficaram sem nenhuma bóia no Pequod então Queequeg pediu que usassem seu barco fúnebre como bóia, todos concordaram que era melhor ter o barco de Queequeg do que não ter nada.

4. Batalha de Gigantes
4.1 O Raquel: vítima de Moby Dick
O Pequod deslizava sobre a planura de água com boa velocidade quando avistaram outro navio vindo em direção contrária, era O Raquel, outro grande navio que procurava por uma de suas baleeiras que se foi, junto com Moby Dick num encontro travado no dia anterior.
Junto aos tripulantes da baleeira estava o filho do capitão do Raquel, um menino com menos de 12 anos. O capitão do Raquel implorou para que Ahab o auxiliasse nas buscas, prometendo inclusive arrendar os serviços do Pequod porém o capitão Ahab não se comoveu e seguiu na direção de onde vinha o Raquel enquanto este seguiu a investigar todo e qualquer ponto escuro no mar na busca de pistas da baleeira perdida.
4.2 Desconfianças e agouros
Passados 4 dias do encontro com o Raquel e nada do tão esperado encontro com Moby Dick. O capitão Ahab então pôs-se na posição de vigia improvisando um cesto que foi suspenso no alto do mastro, assim ele teria visão plena de seus tripulantes como também da planície líquida a volta do Pequod.
Passados alguns minutos todos foram surpreendidos com algo que pudesse ser um mal presságio: um falcão marinho despencou do céu sobre a cabeça do capitão e lhe roubou o chapéu num grito agudo. De longe a tripulação em choque, pode observar o chapéu cair e afundar no mar.
4.3 Morte à bordo do Delícia
Outro navio a cruzar no caminho de Pequod. Era o Delícia que trazia os restos do que fora uma baleeira que encontrou com Moby Dick. Junto a baleeira, o corpo de um dos tripulantes foi o que sobrou, outros quatro morreram e foram engolidos pelo mar. O capitão do Delícia tentou argumentar sobre o perigo, mas foi em vão. Ahab ordenou que o Pequod seguisse seu rumo.
4.4 Amor, ternura, conflitos íntimos
O dia era claro. Ahab atravessou o convés e debruçou-se sobre a amurada observando sua sombra dançar sobre a água. Por instantes pôs-se a pensar sobre sua vida, dividindo estes instantes com seu companheiro Starbuck.
Refletiram sobre a família que os aguardavam em terra firme, sobre os perigos e limitações que a vida em alto mar lhes oferecia. Mas não tiveram a audácia de desistir de tudo. Uma força maior os obrigava a seguir este caminho tão difícil e incerto, algo que não tem explicação.
4.5 O encontro – Primeiro dia
No quarto dia de vigia, na madrugada, Ahab pressentiu novidades. Ocheiro no ar indicava a presença de cachalotes. Ao clarear do dia, o capitão ordenou que o suspendecem ao alto do mastro e, nem bem estava lá já anunciou a presença de Moby Dick. O dobrão de ouro era de Ahab.
Ordenou sua tripulação, três barcos foram lançados ao mar. Ahab, Stubb e Flask comandam cada um deles. Starbuck permanecera a bordo para comandar o navio.
Moby Dick, em uma de suas manobras, não dá chance ao Capitão e agarra seu barco, com o qual brinca de maneira cruel. Ele é totalmente destruído, os tripulantes e o capitão Ahab são lançados ao mar. Do Pequod, Starbuck só acompanha o desenrolar triste do espetáculo. O monstro afastou-se furioso e, as outras baleeiras puderam vir ao encontro dos náufragos. Mesmo com mais homens nas baleeiras ficou impossível alcançar novamente Moby Dick. O Pequod então recolheu suas baleeiras, inclusive a destruída e navegou, o resto do dia, no encalço de Moby Dick.
O Dobrão de ouro continuou lá, para quem avistasse Moby Dick no dia de sua morte.
4.6 O Encontro – Segundo dia
Foi preciso aumentar a velocidade. Logo um grito anunciou a baleia, que não era Moby Dick. Mas ela também estava lá, descomunal, majestosa, imponente. Os homens foram lançados ao mar, nas baleeiras ficando novamente só Starbuck no navio para uma possível ajuda. Moby Dick não esperou ser perseguida e atacou. Pouco se importou com os arpões que eram cravados no seu corpo. Com tantas voltas e rodopios acabou por emaranhar as cordas dos arpões fazendo com que as baleeiras se chocassem uma nas outras. Ahab pôs-se a golpear as cordas para tentar se safar, mas num único golpe, Moby Dick destroçou as embarcações de Stubb e Flask e ainda, num último mergulho colocou a sua cabeça exatamente embaixo da baleeira de Ahab e a arremessou longe, caindo emborcada. Convencida de ter terminado temporariamente sua tarefa, partiu, arrastando consigo as linhas emaranhadas.
Igual da outra vez, o Pequod passou a recolher seus sobreviventes. Ahab teve sua perna de marfim arrancada durante a luta, mas não se deixou abater, ordenou que fossem tirados do porão e equipados os barcos reservas e continuou a seguir Moby Dick. Fedallah não foi mais encontrado, ele foi colhido pela linha de Ahab que ficou cravada em Moby Dick junto com seu arpão. Starbuck mais uma vez tentou convencer o capitão a desistir, mas foi inútil. Anoiteceu e o Pequod seguiu avistando a baleia que nadava a sua frente, sempre a favor do vento.
Os tripulantes trabalhavam afoitamente equipando as novas baleeiras, enquanto o ferreito forjava novos arpões. O carpinteiro fez outra perna para Ahab com a quilha partida de uma embarcação destruída.
4.7 O Encontro – Terceiro Dia
O sol raiou no 3º dia da caça. Nada de Moby Dick. Já era meio-dia e uma conclusão: O Pequod tinha tomada a dianteira e isso não era bom, agora era Moby Dick que os perseguia. O capitão ordenou então que fosse feito o retorno e se içou mais uma vez ao alto para procurar pelo seu inimigo. Passada uma hora e, lá estava ela, porém ainda estavam longe para arriar as baleeiras.
Enquanto Pequod se aproximava Ahab refletia sobre sua trajetória a bordo do navio e nas profecias de Fedallah. Agora mais próximo, pediu que os homens descessem e arriassem as baleeiras. Antes de embarcar na sua, despediu-se de Starbuck.
Mal se afastou do navio, a baleeira do capitão foi rodeada de tubarões. Moby Dick foi cercada e, enraivecida, pela dor dos ferros cravados em seu corpo desde o dia anterior jogou-se contra os barcos, rebentando ao meio as embarcações de Stubb e Flask.
Ahab, que escapou milagrosamente do ataque ainda avistou, entre os emaranhados de linha presos ao corpo da baleia, o cadáver de Fedallah dilacerado, com os olhos, saltados das órbitas o mirando.
Apesar das súplicas de Starbuck, o capitão não aceita desistir e, em sua baleeira pôs-se a perseguir Moby Dick que já nadava mais devagar e permitiu que Ahab se aproximasse mais uma vez. A essa altura, os tubarões mordiam os remos que se tornavam cada vez menores. Quando a embarcação já estava ao lado de Moby Dick, Ahab arremessou mais um arpão, com toda raiva e força possível. A baleia chicoteou a baleeira com a cauda e três homens foram lançados ao mar. Dois regressaram, o terceiro ficou para trás.
Moby Dick, com toda sua fúria lançou-se em direção a Pequod que foi atacado sem nada poder fazer e lentamente foi afundando. Um novo arpão foi arremessado, ferindo profundamente a carne de Moby Dick que fugiu em velocidade estonteante e a corda presa ao arpão chicoteou no ar e prendeu o pescoço de Ahab que foi arrastado para fora do barco antes que seus homens percebessem. Um redemoinho se formou tão logo que o navio afundou por completo e a baleeira solitária também foi envolvida e desapareceu com todos os homens, não restando o menor destroço do Pequod.
A superfície do mar tornou-se lisa e as ondas voltaram a quebrar do mesmo modo com vinham fazendo há mais de cinco mil anos.
4.8 Final
A tragédia terminou. E Ismael, por acaso da sorte, depois do desaparecimento de Fedallah foi escolhido para ocupar seu lugar na Baleeira de Ahab. Foi ele também aquele homem que ao ser atirado para fora da embarcação só conseguiu retornar ao barco ficando a deriva longe do cenário onde se deu a batalha.
Impossibilitado de qualquer ação ficou apenas observando e quando foi sugado pelo redemoinho, o mesmo já não tinha mais tanta força e não o jogou para o fundo do mar. Repentinamente a água se abriu e a bóia de salvação foi jogada para o alto e flutuou pelas suas costas. Ismael conseguiu alcançá-la e deitado sobre ela permaneceu por quase um dia e uma noite; até surgir uma vela no horizonte, logo depois, um navio se aproximou e o recolheu.
Era Raquel que prosseguia a procura do filho perdido e acabou por encontrar outro órfão.

10 05 2012
peidro

se e doido meu resumo muito grande

24 03 2009
beto

Este resumo e muito bom pois ficou igual ao meu!!!

Sou professor.

8 06 2009
Jaquelinje

muito bom esse resumo, li o livro a algum tempo, ja nao lembrava muito bem dos fatos ocorridos, e preciso falar na escola sobre o livro. obrigada

25 06 2009
NUZA

OLA MUITO BOM RONALDO

29 06 2009
Lucia

amei esse resumo porque tinha que fazer um texto sobre moby dick e vc me ajudou muito.
obrigada lucia.

10 11 2009
mUri

e muito bom mesmo!!!!!

10 11 2009
mUri

e otimo

24 11 2009
Lucas

Muito bom mesmo, Parabens!

2 12 2009
Rafael

Valeu, ótimo resumo nada mais nem menos do que mandar uma mensagem de elogio no qual estou postando, precisava do resumo pro trabalho de Portuguesa

Obrigadão!

26 03 2010
porterito margarito

muy bien amigo,yo no vi alguem assim como vocie amigo,olé,olé,iiirraaaa

26 04 2010
gigi

muito bom esse resumo,eu achei bem resumido e muito interessante e bem feito,eu vou usar ele para estudar para prova de redação que vai ser sobre o moby dick e eu tenho certeza que vou ir bem graças a esse resumo muito obrigada mesmo!!!!!!!!

27 05 2010
livia

obrigada mesmo, tinha q fazer um resumo na escola e n tinha terminado o livro me ajudou bastante

8 06 2010
Nicole

Eu não tinha lido esse livro que é pra amanhã e esse resumo me ajudou muitooooooo
1000 valeus!

1 08 2010
Brendo Scott

muitomuitomuito obrigado. preciso fazer uma história em quadrinhos de resumo do livro moby dick. Me ajudou muito. obrigaado.

18 08 2010
João

muito ruim resumiu d+ não me ajudou em nada

8 09 2010
alysson

tenho o livro moby dick de Herman Melville e adorei o mais quando Após uma semana, partem juntos para Nantucket onde escolhem um navio apropriado para a sua expedição de caça à baleia: o Pequod. Tentaram conhecer o capitão, mas em vão, porque lhes disseram que este estava doente. Só passado um mês a bordo do Pequod (quando entraram em águas quentes) é que o capitão saiu do seu camarote. Chamava-se Ahab. A sua cara era sulcada de rugas, sem expressão. Era um homem aterrador, mas o aspecto mais assustador era a sua perna esquerda de marfim. Tinha-lhe sido arrancada numa das suas viagens, por Moby Dick, um cachalote branco. Tudo o que Ahab queria era destruir a Baleia Branca para se vingar da amputação que sofrera. Ao fim de vários meses avistaram finalmente uma mancha branca no horizonte, cravada de arpões e marcada de cicatrizes. Era Moby Dick. Lançaram-se na sua perseguição que durou três dias e lhes custou seis homens e duas baleeiras. No terceiro dia a batalha foi feroz. As baleeiras foram arriadas e, nesse momento de distracção, a baleia atacou.

8 09 2010
alysson

“(…) tudo quanto agita o fundo opaco das coisas; tudo quanto destrói os nervos e corrói o cérebro, (…) toda a maldade para o louco Ahab era visivelmente personificada em Moby Dick.”

11 10 2010
marcus

adoei mt bom axo q vc devia fazer mais resumos!!

22 03 2011
iury silva

obrigado pelo resumo vc me ajudou muito !!!!!no trabalho de linga portuguesa

21 07 2011
gabriel

nossa valeu mesmo eu so tinha 1 semana pra ler do capitulo 10 ate o final eu ia me dar mal porra valeu mesmo brigadao.vc e da onde se nao mora muito longe vem visita sao joaquim no inverno. se voce gosta de frio asuhaushauhs me comvida no MSN se vc quiser hehehe o meu MSN e gabriel-fvc@hotmail.com

26 07 2011
Renan

muito obrigado,mas que tal vc o dono do site: criar este site,como site dos trabalhos escolares? por exemplo:vc fala para a pessoa pedir seu trabalho e vc da a ele entre 72 horas,ou alguma coisa assim.se gostarem da ideia obrigado!

26 07 2011
Renan

Olha pedem aki nos comentarios mesmos,vcs pedem algum tipo de trabalho para mim e talvez eu possa te ajudar,ou vc vai nesse site: http://www.trabalhodeescola.no.comunidades.net e vc pede seu trabalho la ou aki que eu lhe mando entre 3 dias ok? entao ta quem quiser pede aki nos comentarios mesmos

26 07 2011
Renan

vcs podem me pedir trabalhos de: portugues,redaçao,matematica,ciencias,educaçao fisica,artes,geografia,ingles,historia,literatura.

9 08 2011
nicoli

Tenho uma pergunta, sou fascinada pelo livro mas, o que acontece com queequeg? gostaria que me respondesse.

9 08 2011
nicoli

há, me responde por e-mail:
nicolitelegen@hotmail.com

desculpe a insistencia, mas adoro de montão o Queequeg, não gostaria que ele morresse não.

25 08 2011
odjane

adorei o resumo….. recomendo também a obra “O velho e o mar”, as duas histórias acabam se conectando…..

31 08 2011
Zé Fuinha

ixi vo ter q resumir esse resumo pq o meu livro é esse e é pra amanhã !!! to ferrado

6 02 2012
nicolly

Me ajudou bastante o resumo! Minha profº pediu e eu fiz. Acho que ela vai gostar.

12 02 2012
juliana

foi otimo saber tá obg !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

2 03 2012
juan

ei o resuma ta muito bom eu nao tinha tempo pra ler todo o livro muito obg!!!

22 03 2012
Mariana

Paarabéns. Seu resuumo , e ótiiimo !

24 04 2012
kayane

e muito bom este texto

29 05 2012
Camila

Nossa seu resumo é muito bom! Nem acredito que quando o copiei deu 1 folha e meia

5 07 2012
sarah

é muito bom!

24 08 2012
litinha

legal ja tinha lido o livro mas e muito bom manolooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

10 09 2012
eliezer

muito legal d+

11 11 2012
Joao

Por acaso escreves-te muito bem Parabéns😉

29 11 2012
kayla

tenho o livro Moby Dick vou estudar pois uma prova vou fazer e minha prof. não brinca mas o segredo é estudaaa muitoooo !

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